segunda-feira, 25 de julho de 2011

Bainha Aberta II

Tecidos

Para a técnica das Bainhas Abertas é importante que se use tecidos que permitam o desfiamento.
O linho seria o ideal, mas podemos usar qualquer tecido de algodão.
Para as toalhas de mesa e caminhos de mesa: O canhamo fino (foto ao lado).
Toalhas de mão, lavabo ou rosto: O tecido de sacaria de boa qualidade, bem alvejado e que tenha as fibras uniformes, oferece uma boa condição para um excelente trabalho.


Bainha Aberta I

Tudo começou quando encontrei essa preciosidade há alguns anos atrás, desde então venho me dedicando a reproduzir os pontos, entender suas nuances e fazer um passo-a-passo para cada um deles.

Esse livro é da DMC, foi escrito por Thèrése de Dillmont.

As adoráveis Bainhas Abertas são conhecidas pelo mundo a fora por nomes diversos:  Vainicas (Espanha), Sfilature (Itália) e Drawn Thread Work.

Trata-se de um trabalho com agulha a fios tirados. Ou seja, desfiamos a trama do tecido, tirando fios, desde somente um até muitos. Pondendo também serem tirados os fios que compõem a urdidura do tecido.

É um trabalho que se assemelha as redas estilo Tenerife e Reticella, os pontos são simples e podemos associar as Bainhas Abertas a outros estilos de bordado, tal como o Ponto Cruz, o Hardanger, o Bordado Livre.

Aplica-se as Bainhas Abertas naturalmente a toalhas de mesa, caminhos de mesa e lenços. Mas também são formas de decorar roupas de cama, banho e vestuário.

A forma mais elegante de se apresentar as Bainhas Abertas é no tecido branco, no linho, o que dá a elas um toque refinado e belo. Mas nada impede que com o bom senso e a criatividade não possamos executá-las em cores.

Nas próximas postagens vou escrever sobre os tecidos e acessórios pertinentes a execução desse bordado. É importante sabermos sobre alguns termos sobre tecidos e sobre a técnica.

Até a proxima aula!

domingo, 17 de julho de 2011

Bainha Aberta

As amigas e amigos que carinhosamente acompanham minhas "artes" um fraterno abraço.
Retomo minhas lides nas artes manuais extamente pelas bainhas abertas. Tal como elas, simples mas nem por isso fáceis, assim me identifico, e como eterna questionadora, pesquisadora, garimpeira... e autodidata, aqui volto muitissimo encantada com esse bordado incrivelmente fascinante.

É claro que a primeira paixão nunca esquecemos, ... é o Patchwork! E ele não está esquecido não, mas por hora vou me dedicar a trazer a vocês o encanto do "openwork", através do trabalho magnifico que Thèrése de Dillmont deixou.

Pouco a pouco irei postando tudo que aprendi sobre Bainhas Abertas.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Como é bom ganhar presentes!

Obrigado Cátia!
Sua homenagem chegou em boa hora; muito bom ter amigos e ganhar presentes.

Em breve estarei com novas postagens para dar continuidade a arte dos trabalhos manuais.